A primeira viagem de Mário de Andrade ao Rio de Janeiro foi no Carnaval de 1923. Na cidade, ele aproveitaria apenas dois dias, se recolhendo, depois, na tranquila Petrópolis, onde combinara de encontrar Manuel Bandeira. Se, nos primeiros dez minutos, a festa de Momo causaria um “choque terrível” ao poeta paulista, logo esqueceria todos os compromissos firmados tanto com parentes quanto com o próprio Bandeira, e Mário se refestelaria na folia durante todos os dias. A “aventura curiosíssima” na cidade foi registrada em verso no poema “Carnaval carioca”, publicado em 1927.

Manuel… Carnaval!… Perdi o trem, perdi a vergonha, perdi a energia… Perdi tudo. Menos minha faculdade de gozar, de delirar… Fui ordinaríssimo. Além do mais: uma aventura curiosíssima. Desculpa contar-te…

Segundo e último imperador do Brasil, Pedro II de Bragança e Bourbon herdou o trono aos cinco anos de idade, após a abdicação de seu pai, dom Pedro I, e…

…governou até 1831, quando uma crise política o obrigou a deixar o país e renunciar em favor do filho, dom Pedro II. Seria depois rei de Portugal, como Pedro IV….

A grandeza humana e retidão de caráter do escritor Rodrigo Mello Franco de Andrade são tema desta carta que Alceu Amoroso Lima, ou Tristão de Athayde, como ficou conhecido, escreveu à filha Maria Teresa, religiosa que professava no mosteiro de Santa Maria, em São Paulo.

Petrópolis, 13 de maio de 1969

[…][1] Muita gente e pouco espaço no enterro do Rodrigo. Tanto assim que nem vi que dom Marcos estava celebrando missa de corpo presente. Fiquei conversando com o Américo Lacombe,[2]…