Crítico teatral mineiro, exerceu a atividade em diversos jornais, como Diário Carioca, Jornal da Tarde e O Estado de S. Paulo, onde assumiu, em 1956, a coluna de teatro do “Suplemento Literário”. Um dos organizadores da obra de Nelson Rodrigues, de quem foi amigo pessoal, lecionou na USP e em universidades francesas como Sorbonne e Provence. Em 1995, foi recebido na Academia Brasileira de Letras por Lêdo Ivo, que, em seu discurso, escreveu a respeito de uma de suas obras: “O vosso Panorama do teatro brasileiro ostenta todos os títulos para impor-se entre as mais substanciais e convincentes histórias literárias do nosso país”.