Escritor e diplomata brasileiro, é autor do celebrado romance Canaã (1902), que aborda o tema da imigração europeia no Brasil. Sua atuação no movimento modernista foi conflituosa e questionada, e sua liderança rejeitada por figuras como Mário de Andrade e Manuel Bandeira. Amigo de Joaquim Nabuco, fez parte do grupo de fundadores da Academia Brasileira de Letras, com a qual romperia: “A fundação da Academia foi um equívoco e foi um erro”, afirmou na histórica conferência “O espírito moderno”, de 1924, pouco antes do rompimento definitivo.